Mais do que a apresentação duma área promissora no nosso país, serão evidenciadas as potencialidades deste tipo alternativo de construção na paisagem, caracterizadas por um baixo impacto ambiental e com perfeita integração paisagística.
Quarta-feira, Janeiro 25, 2012
Curso de Eng. Natural
Mais do que a apresentação duma área promissora no nosso país, serão evidenciadas as potencialidades deste tipo alternativo de construção na paisagem, caracterizadas por um baixo impacto ambiental e com perfeita integração paisagística.
Quinta-feira, Janeiro 19, 2012
Cascais World Forum 2012
Vai realizar-se, de 19 a 22 de Setembro próximos, o "Cascais World Forum 2012", uma iniciativa de APENA, AEIP (Asociación Española de Ingeniería del Paisaje) e EFIB (European Federation for Soil Bioengineering), com o apoio de Cascais Natura (Câmara Municipal de Cascais).
Visitem o site da APENA para mais informações: www.apena.pt
Domingo, Novembro 13, 2011
"Produção em Viveiro de Plantas Lenhosas Ribeirinhas"
Irá decorrer em Monte Gordo (Algarve) nos próximos dias 29 e 30 de Novembro de 2011, o Seminário e Curso Prático intitulado "Produção em Viveiro de Plantas Lenhosas Ribeirinhas", no âmbito do Projecto Ricover, organizado pelo Instituto Superior de Agronomia (ISA), a Administração Hidrográfica do Algarve (ARH) e a Autoridade Florestal Nacional (AFN).AldoF.
Terça-feira, Abril 05, 2011
IECA - 2011 Photo Contest
Quinta-feira, Março 03, 2011
Curso de Eng. Natural - 19 e 20 de Março

Contacto para Inscrições:
Almargem Associação de Defesa do Património Cultural e Ambiental do Algarve
Morada postal: Rua de S. Domingos, nº 65 – Ap. 251, 8100 Loulé.
Tel. 289 412 959
E-mail: almargem@mail.telepac.pt | smarques@almargem.org

Sexta-feira, Fevereiro 11, 2011
Erosion & Sediment Control Network TV

Um site bastante interessante sobre controlo de erosão e sedimentação em estilo de noticiário semanal. ESCN.TV - http://escntv.ieca.org/
Quarta-feira, Novembro 17, 2010
APROVEITAMENTO DE ÁGUAS PLUVIAIS - 2ª EDIÇÃO
Coordenação: Prof. José Matos Silva (IST)
Data: 29 e 30 de Novembro de 2010
Horário:
9h00 - 17h30 (1º dia)
9h00 - 18h00 (2º dia)
Local de realização: Instituto Superior Técnico, Pavilhão de Engenharia Civil, sito na Av. Rovisco Pais, 1049-001 Lisboa.
Custo de inscrição: 525 Euros. Preço sujeito a IVA à taxa de 21% (635,25 Euros)
Para qualquer esclarecimento, contactar a FUNDEC.
Com os melhores cumprimentos
Artur Ribeiro
Terça-feira, Novembro 16, 2010
Quinta-feira, Novembro 11, 2010
Quarta-feira, Novembro 10, 2010
Sexta-feira, Novembro 05, 2010
RECUPERAÇÃO DE UMA MARGEM FLUVIAL III
Resumo Técnico:
- Bom desenvolvimento da vegetação ripícola instalada (especial destaque para os amieiros transplantados e salgueiros em estacaria viva)
- Estrutura física inerte intacta (grade viva e enrocamento)
- Bom controlo de erosão superficial (boa cobertura do solo pelas espécies herbáceas hidrossemeadas)
- Bom comportamento face a condições adversas (cheias do último Inverno)
Posts anteriores sobre esta obra:
http://engenhariaverde.blogspot.com/search/label/Grade%20Viva
Aldo Freitas
Sexta-feira, Junho 18, 2010
Curso EN - Évora
Data 24 – 25 de Junho
Destinatários:
• Alunos de Introdução à Engenharia Natural (optativa de AP) – frequência obrigatória
• Outros técnicos (AP, EB, Biol, AC, ERH, Arq., etc.)
Custo de inscrição:

• Alunos da disciplina de Introdução à Engenharia Natural – gratuito
• Sócios APENA e alunos do 1º ciclo da UEv – 120 €
• Outros – 160 €
Programa:
5ª Feira, 24 de Junho
9.30 - Apresentação do Curso
9.45 – 11.00 - Prof. João Paulo Fernandes (UEv) – Introdução à Engenharia Natural – história e conceitos básicos
11.00 – 11.20 – Pausa para o café
11.20 – 12.30 - Prof. Carlos Souto Cruz (UEv) – Vegetação com potencial técnico em Portugal – zonamento ecológico, obtenção e aplicação
Almoço
14.30 – 15.00 - Prof. José Matos Silva (IST) - Características hidráulicas das linhas de água naturais ou com margens vegetadas.
15.00 – 16.00 - Prof. Rui Cortes (UTAD), Engº Pedro Teiga (UP) – Aplicação das técnicas de Engenharia Natural em águas interiores em Portugal
16.00 – 16.20 – Pausa para o café
16.20 – 18.00 – Prof. João Paulo Fernandes (UEv); Prof. José Matos Silva (IST) - Técnicas de EN em meios hídricos - domínios e técnicas
6ª Feira, 25 de Junho
9.30 – 10.15 - Prof. Alfredo Gonçalves Ferreira (U Évora) - Erosão e estabilidade de encostas
10.15 – 11.30 - Prof. António Pinho (U Évora); Prof. João Paulo Fernandes (UEv) - Métodos de cálculo para análise da estabilidade de taludes, Cálculo e modelação da acção da vegetação na estabilidade de taludes e encostas
11.30 – 11.50 - Pausa para o café
11.50 – 12.30 – Dr. Carlo Bifulco – Intervenções de consolidação de taludes com técnicas de EN
12.30 – 13.00 – Engª Isabel Robalo (Brisa), Arq.ª Pais. Ana Clemente (Teleflora) - Intervenções de consolidação de taludes de estradas
Almoço
14.30 – 15.00 - Eng.º João Tremoceiro (CMLisboa) – Projecto de EN
15.00 – 16.00 - Prof. João Paulo Fernandes (UE) - Técnicas de EN na consolidação de taludes e encostas - domínios e técnicas
16.00 – 16.20 – Pausa para o café
16.20 – 18.00 - Prof. João Paulo Fernandes (UEv); Prof. José Matos Silva (IST); Eng.º João Tremoceiro (CMLisboa) – Atelier prático de demonstração de técnicas combinadas em EN
Local de Realização:
Colégio Luís António Verney (sala a comunicar em função do nº de pré-inscrições), Escola de Ciências e Tecnologia da Universidade de Évora
Organização:
DPAO (Dep. Paisagem, Ambiente e Ordenamento) e APENA – Associação Portuguesa de Engenharia Natural
Secretariado e Inscrições:
D. Arlete de Sousa e D. Vanda Piteira (Dep. Paisagem, Ambiente e Ordenamento), secretariado@dpao.uevora.pt
Telefone:
+351 266 745800 (ext. 5385/5445)
+351 266 745385 (directo)
+351 266 745334 (directo)
Fax:
+351 266 745395
As inscrições podem ser feitas por email, anexando o comprovativo do depósito (transferência) do montante da inscrição na conta com o NIB: 0035 0373 0001 0665 33005 e, no caso de ter direito a desconto, o comprovativo desse direito.
Sexta-feira, Outubro 23, 2009
Estabilidade de Taludes em Rochas Silto-Argilosas

encontra-se disponível para download a tese de mestrado da Geóloga Lina Matos, intitulada "ESTABILIDADE DE TALUDES EM ROCHAS SILTO-ARGILOSAS - TÉCNICAS DE REMEDIAÇÃO PARA ROTURAS SUPERFICIAIS".
Resumidamente, esta tese fala sobre os diferentes tipos de deslizamentos de terra, das medidas de estabilização a adoptar, sobre as diferentes intervenções de protecção, correcção, reforço e drenagem, realçando também um capítulo dedicado aos vários tipos de técnicas de engenharia natural que se podem utilizar na resolução destes problemas.
Quero aqui deixar um especial agradecimento à Lina, pelo interesse demonstrado nesta área, mas sobretudo pelo enorme esforço e dedicação que revelou ter durante a elaboração da tese.
Saudações Verdes
Aldo Freitas
Segunda-feira, Agosto 03, 2009
PRÉMIO BRISA DE ENGENHARIA NATURAL
Foi lançado no passado mês de Junho o Prémio Brisa de Engenharia Natural, promovido conjuntamente pela APENA - Associação Portuguesa de Engenharia Natural e pela Brisa.Para mais informações, consultem a página da APENA, onde poderão fazer o downloado do anúncio do prémio e respectivo regulamento.
Saudações verdes
Aldo Freitas
Terça-feira, Março 10, 2009
Olá a todos,
Tomei ontem conhecimento que o blog Engenharia Verde tem vindo a ser copiado quase integralmente por um blog chamado “Blog Ambiental”, o qual podem consultar em: http://pedrotruth.
Para quem estiver interessado em conhecer alguns exemplos de intervenções de Engenharia Natural no Brasil, poderão consultar o blog Bioengenharia de Solos, dos autores fidedignos Miguel A. Durlo e Fabrício J. Sutili.
Saudações Verdes (copy/paste do Blog Ambiental) :)
Sábado, Janeiro 10, 2009
HIDROSSEMENTEIRA
A sua composição baseia-se por uma mistura de mulch (fibras de madeira), sementes, fertilizantes, correctivos/aditivos biológicos do solo e água. É aplicada hidraulicamente sob a superfície do terreno através de um equipamento mecânico, denominado hidrossemeador.
Como resultado final, obtém-se uma manta adesiva, tridimensional e porosa, que proporciona um ambiente ideal de crescimento, com todos os elementos essenciais à germinação da semente (nutrientes, humidade constante, temperatura) e ao desenvolvimento de uma cobertura vegetal
saudável.
APLICAÇÕES
• Recuperações Paisagísticas (minas, pedreiras, margens fluviais, taludes, …)
• Controlo de erosão em zonas de difícil acesso
• Execução de relvados (residenciais, públicos, …)
• Reflorestação (espécies autóctones)
• Campos Desportivos (futebol, golfe, etc...)
PRINCIPAIS VANTAGENS:
Qualidade/Saúde das Plantas
• Acelera o estabelecimento e a obtenção de um relvado mais saudável e duradouro.
• Enraizamento profundo.
• Maior resistência e saúde da planta.
Cobertura/Instalação
• Taxas elevadas de germinação.
• Crescimento homogéneo das plantas.
Controlo da Erosão
• Estrutura com elevada força de tensão.
• Grande poder de absorção de água.
• Absorve energia de impactos.
Eficácia de custos
• Execução rápida e eficaz.
• Mão de obra reduzida.
• Várias operações numa só, aplicando vários produtos de uma só vez.
Poupança de água
• Retêm e mantêm a humidade.
• Capacidade de retenção até 10 vezes o seu peso em água.
Versatilidade de usos
• É possível semear em qualquer situação, independentemente das irregularidades do solo e do perímetro das áreas.
• Realiza outras operações combinadas: fertilizações, tratamentos fitossanitários, regas, etc.
Para quem desejar mais informações acerca dos equipamentos e/ou produtos usados nas hidrossementeiras, pode tirar as suas dúvidas contactando-me pelo email: aldormfreitas@hotmail.com
Saudações verdes
Aldo Freitas
Segunda-feira, Novembro 10, 2008

O objectivo deste atlier, é a aquisição de conhecimentos na supervisão de trabalhos em obra, mediante a utilização de técnicas de Engenharia Natural, identificação e manuseamento de materiais in situ.
Rui Teles
Segunda-feira, Julho 28, 2008
Formação Técnica em Engenharia Natural

Programa
Ficha de Inscrição
Segunda-feira, Maio 05, 2008
Curso de Estabilização de Margens em Cursos de Água, com Recurso à Engenharia Natural
O curso destina-se a licenciados com nível médio ou superior, com ou sem experiência profissional, projectistas, funcionários da administração pública e local, docentes universitários e outros técnicos que desejem conhecer as possibilidades que oferecem estas técnicas de restauro em ambiente fluvial.
O objectivo do curso, é a aquisição de conhecimentos teóricos de restauro fluvial, mediante a utilização de técnicas de engenharia natural.
O curso terá um custo de 260 Euros e inclui estacionamento no Hotel Holiday Inn e uma senha de almoço de cantina. Os sócios da APENA beneficiam de um desconto de 25%.
Saudações Verdes
Artur Ribeiro
Quinta-feira, Março 20, 2008
SEMINÁRIO E CURSO PRÁTICO DE ENG.ª NATURAL
Este Seminário e curso serão co-financiados por fundos FEDER dentro do projecto Interreg IIIC - Sul RIPIDURABLE.
Os destinatários do curso são licenciados com nível médio ou superior com experiência profissional, projectistas, funcionários da administração pública e local, docentes universitários e outros técnicos que desejem conhecer as possibilidades que oferecem estas técnicas em restauro ecológico e da Paisagem.O objectivo do Seminário e Curso será a aquisição de prática para condução e direcção de trabalhos de recuperação fluvial mediante técnicas de engenharia natural, identificando-se material reprodutivo autóctone e seu manuseamento em campo, bem como a realização concreta de técnicas em ambiente real.
Mais detalhes sobre as técnicas a construir e programa aqui: PROGRAMA
Número máximo de participantes no curso prático: 25
Inscrições: André Fabião (andrefabiao@isa.utl.pt)
Prof. Almeida Fernandes (jptaf@netcabo.pt)
Saudações verdes
Aldo Freitas
Quarta-feira, Fevereiro 20, 2008
PUBLICAÇÃO DE TESES E ESTUDOS
- "ANÁLISE DA EVOLUÇÃO DA OCUPAÇÃO E USO DO SOLO: APLICAÇÃO COM BASE NUM SIG PARA O PARQUE PENEDA - GÊRES"
Para além disso, também podem descarregar a sua tese de bacharelato, intitulada:
- "CONTRIBUTO PARA A REQUALIFICAÇÃO BIOFÍSICA DA PRAIA FLUVIAL DA VALETA (ARCOS DE VALDEVEZ)"
Um agradecimento à Sandra, pelo seu contributo, e aproveitamos para relembrar quem quiser
ver o seu trabalho publicado no nosso blog, que nos contacte através do email: blogengenhariaverde@gmail.com
Publicamos trabalhos nas áreas de:
- Projectos Construtivos com Técnicas de Engenharia Natural
- Recuperação Biofísica, Ambiental e Paisagística de Áreas Degradadas
- Flora e Vegetação
- Planeamento e Ordenamento do Território
- Sistemas de Informação Geográfica
Segunda-feira, Fevereiro 04, 2008
MANTA ORGÂNICA
Hoje mostro-vos com foi solucionado um deslizamento de terras, ocorrido há algum tempo atrás na Linha do Norte, mais precisamente junto à Estação de Fátima (Vale dos Ovos, Tomar).Primeiramente, com o objectivo de aumentar o grau de segurança do talude, procedeu-se à modelação do terreno, diminuindo-lhe a inclinação. De seguida, foram espalhadas sobre o terreno sementes de espécies herbáceas, estendeu-se sobre toda a área de intervenção uma manta orgânica de fibra de coco, e finalmente executou-se uma nova sementeira sobre a manta.
A aplicação das mantas orgânicas permite-nos obter inúmeras vantagens, entre as quais se podem destacar:
- Protecção imediata contra a erosão eólica e hídrica, evitando assim perdas de solo;
- Material biodegradável que ao se decompor aumenta a fertilidade do terreno;
- Aumenta a capacidade de retenção de água e reduz a evaporação.
Como se pode verificar pela foto ao lado, o contraste a nível paisagístico com as soluções anteriormente adoptadas é evidente, e será ainda maior quando a sementeira começar a despontar. Um dos objectivos da engenharia natural é ser uma alternativa viável à aplicação de técnicas de engenharia civil mais rígidas e inertes, e como todos sabemos, por vezes existem certas condições que nos limitam a aplicação das técnicas de engenharia natural.Apesar destas limitações, o que quero deixar claro, é que, na fase de elaboração deste tipo de projectos, as soluções de engenharia natural deverão também ser tidas em conta, à semelhança do que acontece noutros países europeus.
Um dos exemplos a seguir é o caso italiano, em que nos projectos de estabilização de taludes, vem sempre contemplada uma solução com técnicas de engenharia natural. Caso essa solução seja viável, torna-se prioritária sobre as restantes soluções mais pesadas e tradicionais. Devo referir que esta medida se encontra regulamentada na legislação italiana, o que fez com que a partir de determinado momento, o leque de opções se alargasse, trazendo inúmeros benefícios a nível ambiental, social e económico.
Ao longo dos próximos meses irei acompanhar atentamente o desenvolvimento desta obra, e oportunamente manter-vos-ei actualizados.Quero aqui deixar um agradecimento especial à responsável pela execução e acompanhamento desta obra, a nossa colega biofísica Rita Sousa.
Saudações verdes
Aldo Freitas
Domingo, Janeiro 06, 2008
MANUAL DE RESTAURAÇÃO DE DUNAS COSTEIRAS
Um documento bastante interessante que abrange diversos tópicos, entre os quais se podem destacar as Técnicas de Restauração, os Métodos de Cultivo de Plantas Dunares, e alguns exemplos práticos de actuação.
Nos links abaixo poderão descarregar o manual completo (27,2 mb), ou então visitar a página do Ministério Espanhol e descarregá-lo por capítulos.
- Manual de Restauração de Dunas Costeiras (versão completa)
- Ministério do Meio Ambiente de Espanha (versão em capítulos)
Saudações verdes
Aldo Freitas
Segunda-feira, Novembro 19, 2007
ESTRUTURA DOS SISTEMAS RADICAIS
É um estudo muito interessante, intrinsecamente relacionado com a metodologia de investigação da engenharia natural. São estudos como este, que contribuem para concluir acerca das melhores espécies autóctones que se deverão aplicar na estabilização de solos.
Resumidamente, esta tese caracteriza a distribuição das raízes ao nível do indivíduo e ao nível da comunidade, onde são estimadas a profundidade máxima de enraizamento, a distribuição vertical e os valores absolutos de biomassa e comprimento de raízes finas da comunidade arbustiva.
Deixo aqui um agradecimento ao Prof. Dr. Joaquim Sande Silva, pela gentileza com que acedeu ao nosso pedido em publicar a sua tese, contribuindo assim para o enriquecimento da nossa biblioteca on-line.
Quarta-feira, Outubro 17, 2007
I CONGRESSO APENA
Este congresso será organizado em conjunto com a Associación Española de Ingenieria del Paisaje (AEIP), em colaboração com a Cátedra de Ecologia da Universidade de Sevilha e o Município de Almonte e com a participação de Federação Europeia de Engenharia Natural (EFIB).
O congresso intitula-se "A Engenharia Natural na restauração da paisagem mediterrânica", e pretende analisar as possibilidades de intervenção e a nível do restauro, tanto da Engenharia Natural como da restauração ecológica em ambiente mediterrânico.
Aldo Freitas
Sexta-feira, Setembro 21, 2007
II Seminário Internacional de Restauração de Rios
- Metodologia para elaboração de projectos,
- Diversidade da paisagem fluvial e sua restauração,
- Importância dos regimes de caudais na conservação dos bosques ripícolas,
- Experiências de reabilitação e restauração em troços urbanos.
Programa e mais informações em Restauración de Rios
Para além de poderem encontrar informação acerca deste seminário, também poderão consultar outros cursos e congressos que se irão realizar proximamente, bem como descarregar algumas publicações acerca de temas relacionados com a restauração de rios.
Saudações verdes
Aldo Freitas
Quinta-feira, Setembro 13, 2007
Seminário sobre Conservação e Gestão de Zonas Húmidas
Nos dias 12 e 13 de Outubro irá decorrer em Peniche um seminário dedicado à Conservação e Gestão de Zonas Húmidas.
No primeiro dia, os oradores convidados apresentarão vários casos práticos nacionais e internacionais, onde serão abordadas temáticas como a restauração de sistemas fluviais, a gestão e o ordenamento. No sábado, o debate terá especial enfoque nos sistemas lagunares costeiros, na biodiversidade de lagoas temporários e pauis, e por fim, as alterações climáticas.
Ainda que abundantes no nosso país e com estatuto de prioritário para a conservação, estes ecossistemas tendem para o desaparecimento. Importa pois, que os diversos especialistas consigam transmitir aos decisores a importância destes sistemas e da elevada diversidade biológica que suportam, para que possam ser valorizados e integrados nas políticas territoriais.
Aqui poderá aceder ao programa provisório,
Saudações Verdes
Terça-feira, Setembro 11, 2007
GEOTROPISMO
Saudações verdes
Aldo FreitasQuarta-feira, Julho 11, 2007
RECUPERAÇÃO DE UMA MARGEM FLUVIAL II
Outros vídeos:
- Execução de hidrossementeira
- Conclusão da estrutura em madeira e plantações
Brevemente colocarei mais dados acerca da evolução desta obra e posso-vos garantir que os resultados estão a ser extremamente positivos, por enquanto fiquem com esta fotografia.
Saudações verdes
Aldo Freitas
Segunda-feira, Maio 07, 2007
RECUPERAÇÃO DE UMA MARGEM FLUVIAL
A construção foi feita por mim próprio e pelo Patrício Pereira, a quem agradeço mais uma vez pois sem a sua vontade e disponibilidade a concretização destas obras não seria possível. Quero aqui também deixar um agradecimento muito especial ao Pedro Martinho pela ajuda que nos veio prestar um fim-de-semana, ao Sr. Américo por ter acreditado no nosso projecto, ao Mauro Freitas pelo apoio moral e finalmente à Mafalda, à D. Irene e D. Lúcia pelas merendinhas...
Rio de Couros, Ourém
Data
Março/Abril de 2007
TEN
- Grade Viva
- Enrocamento
- Hidrossementeira
Vegetação
- Estacaria viva de Salix sp. (salgueiro, vimeiro), Nerium oleander (loendro)
- Plantações de Alnus glutinosa (amieiro), Fraxinus angustifolia (freixo), Sambucus nigra (sabugueiro)
Saudações Verdes
Aldo FreitasTerça-feira, Março 06, 2007
GRADE VIVA
Apresenta uma estrutura rectangular ou quadrangular, conforme a distância entre os troncos, e é constituída por troncos de madeira tratada. Estes encontram-se dispostos perpendicularmente entre si, e nos interstícios procede-se à colocação de estacas de arbustos autóctones e/ou plantas em torrão.
Efeitos
O efeito estabilizante da estrutura em madeira, uma vez apodrecida, será substituído pelo desenvolvimento do aparelho radical.
Âmbitos de Aplicação
Pode ser aplicada em margens fluviais e como sustento de taludes muito íngremes com fenómenos de erosão superficial. Também pode ser aplicada em zonas onde ocorreram deslizamentos de terras e escarpas rodoviárias ou ferroviárias muito íngremes.
Período de Intervenção
Deverá ser construída durante o período de repouso vegetativo das plantas.
Esta técnica revelou ser mais trabalhosa que as anteriores, com pormenores construtivos mais complexos, até pelo simples facto de ter sido construída num talude com um declive de 50º.
Os elementos vivos implementados são arbustos em torrão, todos eles característicos do local de intervenção.
A obra foi realizada no mesmo local das anteriores, em Rio de Couros (Ourém), e aqui deixo um agradecimento especial aos colaboradores, Patrício Pereira, Pedro Gonçalves, e ao aguadeiro Mauro Freitas.
Saudações verdes
Aldo Freitas
Quinta-feira, Fevereiro 22, 2007
PALIÇADA
Em baixo apresenta-se um esquema exemplificativo da construção de uma paliçada.
Aldo FreitasSegunda-feira, Janeiro 22, 2007
MURO DE SUPORTE VIVO
DefiniçãoÉ uma construção em madeira constituída por uma estrutura em forma de caixa, formada por troncos de madeira dispostos perpendicularmente, com a colocação no seu interior de plantas ou estacas vegetativas autóctones.
Efeitos
O efeito estabilizante da estrutura em madeira, uma vez apodrecida, será substituído pelo desenvolvimento do aparelho radicular das plantas. Âmbitos de Aplicação
É utilizada em intervenções de consolidamento de taludes e escarpas em risco de deslizamento de terra, e na protecção de margens fluviais. É uma obra deformável e permeável, que se adapta bem a intervenções em taludes instáveis.Período de Intervenção
Deverá ser construído durante o período de repouso vegetativo das plantas.
As fotografias presentes neste post referem-se um muro de suporte vivo recentemente construído no concelho de Ourém, em casa de um amigo que prontamente cedeu o seu terreno para realizarmos as nossas experiências.
Por isso aqui deixo um agradecimento muito especial ao Patrício Pereira, à Inês Gonçalves e à colega biofísica Rita Sousa. Foram dias de árdua labuta, mas ver o resultado final dá um prazer enorme e vontade de continuar.
Saudações verdes
Aldo Freitas
Workshop de Engenharia Natural em âmbito fluvial mediterrânico (Espanha)
Para consulta do programa consultem a página da AEIP:
http://www.aeip.org.es/Actualizacion_CursoSalt.htm
Saudações verdes
Aldo Freitas
Terça-feira, Novembro 28, 2006
1º Workshop de Aplicação de GPS em Levantamentos Topográficos, promovido pelo Núcleo de Engenharia Biofísica
Sábado, Novembro 25, 2006
III Jornadas Ambientais Castro Verde

Portugal, pelas suas características, constitui um dos países mais susceptíveis à degradação, resultante de factores naturais ou da actividade humana e como tal ao processo de desertificação. Conscientes deste fenómeno o blog esteve presente e efectuou uma comunicação intitulada “Contributo das Técnicas de Engenharia Natural na Recuperação de Ecossistemas”.
No seguinte link poderão aceder à comunicação apresentada nas Jornadas.
Rui Teles
Domingo, Novembro 05, 2006
Seminário Internacional sobre Restauração de Rios
Entre 19 e 21 de Setembro decorreu em Madrid, no edifício da Reitoria da Universidade Politécnica de Madrid, o Seminário Internacional sobre Restauração de Rios, sob a organização da E.T.S. de Ingenieros de Montes (Marta González del Tánago).
Durante dois dias foram discutidos temas sobre a restauração de rios (tipificação, caracterização e análise global), tanto em ambiente Mediterrânico como em diferentes partes do Mundo. Para tal, o seminário contou com a participação de espertos de diferentes países deste os Estados Unidos, Alemanha, Espanha, Portugal e Inglaterra, entre outros.
No último dia realizou-se uma interessante mesa redonda, com participação de diferentes elementos, tanto das Comunidades Autónomas, como das diferentes Confederações Hidrográficas. Assim foi dado a conhecer pelos responsáveis destas instituições, como na realidade se actua na restauração de rios em Espanha, tendo as apresentações sido seguidas de interessantes discussão e até mesmo manifestações de protesto por parte dos participantes no seminário.
Saudações Verdes
Artur Ribeiro
Conferência “Soil Bioengineering: Ecological Restoration With Native Plant and Seed Material”
Entre 5 e 9 de Setembro, decorreu em Irdning (Áustria), no Centro Raumberg-Gumpenstein a conferência “Soil Bioengineering: Ecological Restoration With Native Plant and Seed Material”, que contou com a participação de espertos de diversos países europeus.
Foram apresentadas e discutidas diversas experiências levadas a cabo nos diferentes países participantes, as diferentes problemáticas associadas a cada local, bem com métodos específicos de restauração.
Houve também a possibilidade de, através da organização de grupos de trabalho das diferentes regiões europeias (Mediterrânico, Norte da Europa, Europa Central,…), proceder ao desenvolvimento de conceitos locais com o intuito de criar um manual de boas práticas para realização e execução de projectos de restauração, cuja compilação bem com outras informações, poderão ser consultadas no site www.surenet.info, estando disponível em diferentes línguas. Neste mesmo site pode-se consultar o manifesto que no qual se pretende legislar, por intermédio de certificação, a utilização de vegetação local a cada região e/ou sub-região. Tal medida surge com o intuito de reduzir a contaminação genética, preservando assim as espécies características, e consequentemente, mais bem adaptadas de determinado local.
O BLOG esteve presente, com a apresentação de um poster, no qual deu a conhecer o resultado dos dois workshops realizados no Parque Florestal de Monsanto.
Saudações Verdes
Sexta-feira, Outubro 06, 2006
PARABÉNS ENGENHARIA VERDE - 10000 VISITAS
Não podia deixar passar esta oportunidade para felicitar todas as pessoas que têm participado e acompanhado o desenrolar do blog. É altura de fazer um balanço e analisar o que tem corrido bem, o que tem corrido menos bem e o que se pode melhorar. Não tenho bem a noção do que significam 10000 visitas em 9 meses de existência, mas tenho a certeza de que o blog tem exercido forte influência na divulgação da agora denominada Engenharia Natural. Essa tem sido sem dúvida a grande mais valia do blog. Despertar o interesse das pessoas para este tipo de intervenção e criar contactos importantes que nos levam a que neste momento se esteja a criar a Associação Portuguesa de Engenharia Natural. Só este facto ja é uma grande vitória, da qual nos devemos orgulhar. Na minha opinião, outro factor positivo está relacionado com a secção de DIVULGAÇÃO DE CONHECIMENTO, que neste momento conta já com um número bastante de razoável de trabalhos de fim de curso, posters e até uma tese de metrado. Nesse aspecto achei por bem não cingir essa secção apenas e só à Engenharia Natural e estabeleci como objectivo a criação gradual de uma espécie de biblioteca de publicações online de diversas áreas. Penso que a biblioteca poderia estar ainda mais preenchida e nesse aspecto sei que não foi por falta de insistência da nossa parte em tentar fazer ver às pessoas que têm todas as vantagens e mais algumas em terem os seus trabalhos divulgados num espaço como este. Foram inúmeras as vezes que, nas várias listas de discussão, solicitámos o seu envio para posterior publicação e continuaremos a fazê-lo.
Quanto aos factores a melhorar, acho que nós, equipa do blog, devemos ser mais participativos, criticar e comentar mais vezes, fomentando mais a discussão em redor dos temas que vão sendo publicados.
Quanto aos visitantes, só tenho a agradecer a participação, as questões colocadas, as críticas, a divulgação que por si vão fazendo passando a palavra e as felicitações feitas ao nosso trabalho. Continuem a visitar-nos, questionem, critiquem, discutam connosco, proponham temas e actividades e façam sugestões que acham que podem melhorar o desempenho do blog.
ESTAMOS TODOS DE PARABÉNS
SAUDAÇÕES VERDES
Pedro Martinho
Terça-feira, Setembro 26, 2006
Quinta-feira, Agosto 17, 2006
Jornadas sobre Engenharia Natural 2006
Como foi anunciado aqui no blog, nos passados dias 27 e 28 de Julho, decorreram umas “jornadas sobre a Engenharia Natural” com os títulos – Curso Intensivo sobre Estabilização de Margens em Cursos de Água, com Recurso à Engenharia Natural e a Conferência Nacional sobre a Protecção do Território através da Engenharia Natural, à Escala duma Bacia Hidrográfica. A Engenharia Verde esteve presente e deixa-vos aqui um breve resumo do que se passou nesses dias bem como as principais conclusões.
Dia 27 de Julho – Curso Intensivo – Biblioteca Municipal de Loulé
Estiveram presentes cerca de 50 pessoas de variadas formações (civil, arquitectura, ambiente, biologia, entre outras), e que representavam diversas entidades (autarquias, associações, universidades e empresas).
A parte da manhã foi destinada a apresentações teóricas e troca de ideias e debate.
Na parte da tarde fomos visitar um dos locais abrangido pelo Progeco, onde foram construídos muros de vegetação, grades de vegetação, foram colocados gabiões e feitas plantações, com o objectivos de estabilizar e proteger as margens da Ribeira de Algibre, proteger a soleira da ponte de Tôr e criar um pego no leito da ribeira.
Dia 28 de Julho – Conferência Nacional – CCDR Algarve – Faro
Estiveram presentes cerca de 40 pessoas de variadas formações (civil, arquitectura, ambiente, biologia, entre outras), e que representavam diversas entidades (autarquias, associações, universidades, empresas privadas e municipais e organismos públicos).
Tanto a manhã como a tarde foram destinadas às apresentações programadas.
Foto da sala das conferencias na CCDR - ALG

Como conclusão da conferência e dos dois de debate e visitas, discutiu-se a formação de uma associação, designada:
Associação Portuguesa de Engenharia Natural (APEN)
Esta associação tem como objectivos gerais promover a utilização de tecnologias ecológicas, sustentáveis e de baixo impacte, no âmbito hídrico, hidráulico e controlo de erosão. Foi formada uma comissão instaladora que iniciará o processo de formação.
Saudações Verdes
Paulo Silva
Sexta-feira, Agosto 11, 2006
CHAMANDO-LHE NOMES
Como tinha ja referido no comentário que fiz ao anterior post sobre as Conferências no Algarve, parece que o interesse pela "coisa", é cada vez maior. Chamo-lhe "coisa" porque para ser sincero ainda não sei ao certo como lhe hei-de chamar, embora tenha as minhas preferências. Neste post quero apenas que se gere um pouco de discussão à volta desta questão, de modo a que possamos chegar a um consenso relativamente ao nome da "coisa". Até porque por esse mundo fora chamam inúmeros nomes à mesma "coisa". Vendo bem as coisas, temos em Italia, traduzindo para português, a Engenharia Naturalística, em Espanha a Engenharia Biológica ou da Paisagem, na Áustria temos "Ingenieurbiologie"ou Engenharia Biológica, em França chamam-lhe qualquer coisa como Genie Ecologique ou Engenharia Ecológica, no Reino Unido e nos Estados Unidos chamam Soil Bioengineering a uma coisa e Biotechnical Stabilization a outra coisa e por fim, pelo que menos que eu conheça, no Brasil chamam-lhe Bioengenharia de Solos. Pois bem, se alguns dos nomes atribuídos nos diferentes países até são iguais, uma coisa é certa, é muito nome para a mesma coisa. Nós por cá (pelo menos os Biofísicos) vamos-lhe chamando, (pelo menos às técnicas), Técnicas de Engenharia Biofísica, porque foi assim que as conhecemos. Não é um nome que eu ache apropriado, apenas porque a Engenharia Biofísica possui, ou foi adquirindo, um âmbito bastante mais alargado, não se resumindo apenas e só à restauração ecológica de ambientes degradados. Nesse sentido concordo com a escolha de outro termo para a "coisa". Outros termos têm surgido, nomeadamente nas discussões que foram acontecendo na mailing list de Engenharia Biofísica. Nomes como Engenharia dos Sistemas Ecológicos, Engenharia da Paisagem, Engenharia Ecológica, etc, etc,etc. .
Sei que nas conferências ficou praticamente assente que o nome da Associação seria Associação Portuguesa de Engenharia Natural. É um nome que me parece adequado, e que vem na linha do nome Italiano, no entanto na minha opinião o mais adequado seria Bioengenharia de Solos, por achar que numa primeira abordagem se torna um nome mais explicito (penso eu). Se pensarmos em relação à sigla da Associação viría em vez de APEN, APBS?ou por exemplo APBIOS. Sem dúvida que neste caso APEN soa bastante melhor.
Como referi no início deste já quase testamento, o objectivo é apenas fazer com que as pessoas interessadas na "coisa", reflictam um pouco acerca do seu nome e dêm a sua opinião, não querendo de modo nenhum criar conflitos, nem entraves àquilo que neste momento é o mais importante, que é a criação da Associação, pois nem sempre são os nomes que fazem as "coisas".
Aguardo as vossas críticas, opiniões e comentários e envio-vos as habituais
SAUDAÇÕES VERDES
Pedro Martinho
Quarta-feira, Julho 19, 2006
CONFERÊNCIA E CURSO PRÁTICO SOBRE TEB
Nos próximos dias 27 e 28 de Julho vai decorrer no Algarve uma conferencia e um curso prático tendo por base algumas das metodologias divulgadas aqui no blog. Um dos objectivos é o de divulgar os resultados do ProjEco – projecto já mencionado aqui – bem como o de aprofundar e divulgar conhecimentos sobre as TEB (ou engenharia natural, como preferirem). Sei que é uma excelente oportunidade para todos os interessados de conhecerem pessoas envolvidas e interessadas neste tipo de intervenção assim como participarem no processo de criação de uma associação ligada a estas temáticas. (Este ultimo ponto não consta do programa mas deverá ser abordado).
Este Curso Intensivo destina-se a técnicos envolvidos em actividades de projecto, execução, fiscalização, exploração, manutenção e reabilitação de cursos de água, autarcas e, dum modo geral, todos os interessados nestas matérias.
O programa bem como a ficha de inscrição serão disponibilizados aqui no blog ou contactando-me via e-mail: pauloasilva2005@yahoo.com.br.
MAIS INFORMAÇÕES
CCDR-Algarve – Ana Paula Mil-Homens
Tel. 289-889-000, Fax:289-889-099
E-mail: apaula@ccdr-alg.pt
Programa resumido
27 de Julho de 2006 – Câmara Municipal de Loulé
ESTABILIZAÇÃO DE MARGENS EM CURSOS DE ÁGUA, COM RECURSO À ENGENHARIA NATURAL – curso pratico.
28 de Julho de 2006 – CCDR - Algarve
PROTECÇÃO DO TERRITÓRIO ATRAVÉS DA ENGENHARIA NATURAL (PROGECO) – conferencia.
Terça-feira, Junho 06, 2006
CURSO DE BASES PARA PROYETAR LAS TÉCNICAS DE INGENIERIA BIOLÓGICA
No passado mês de Maio, decorreu no Palácio Miramar em San Sebastian (Espanha) o “Curso de Bases para Proyetar Las Técnicas de Ingenieria Biológica”, Engenharia Biofísica em Portugal, sob a organização da Asociación Española de Ingenieria del Paisaje (AIEP). O curso teve a duração de 4 dias e contou com a participação de Paola Sangalli (Bióloga e Presidenta da AEIP), Iñaki Urrizalki (Biólogo, Projectista e executor no âmbito da Ingenieria Biológica) e Gianluigi Pirrera (Engenheiro Hidráulico Italiano e Presidente da AIPIN Sicília).
Durante os quatro dias do curso, foram apresentados história, conhecimentos, procedimentos e problemáticas relacionadas com Técnicas de Engenharia Biofísica (TEB), bem como com a realização de projectos de e com TEB.
Diversas foram as abordagens feitas ás TEB. A primeira barreira a ultrapassar é de fazer compreender a quem projecta (Projectista e Engenheiros) que o funcionamento de uma pedra, pode ser equiparado ao funcionamento das raízes de uma planta, contribuindo a primeira para o aumento de carga directa sobre o solo e a segunda com o seu papel de agregação e estabilização por intermédio de redução do conteúdo em água no solo.

Foi possível comprovar, por intermédio das comunicações que, mesmo existindo já uma organização em prole de TEB em Espanha, continua a ser complicada a aceitação de evidências técnicas das TEB, relativamente à “Engenharia Tradicional”. As causas disto poderão ser, tanto para Espanha como para Portugal, a inércia relativamente a coisas novas, a quase inexistência de documentação na língua do País, a falta de formação, tanto de técnicos, como de operários e, claro está, o ponto de vista operacional, uma vez que para construir um Muro de Vegetação são empregues, mais mão-de-obra, mais materiais e maior interdisciplinariedade que na costrução de um muro em cimento “tradicional”.
Aproveito para informar, muito embora a distância, que dia 16 de Junho decorre um Excursão Técnica a obras de Engenharia Biofísica, em San Sebastian.
Para mais informações http://www.aeip.org.es/
Saudações Verdes
Artur Ribeiro
Sábado, Maio 13, 2006
EVOLUÇÃO DAS FAIXAS DE VEGETAÇÃO - 1º WORKSHOP DE TEB

Apresento-vos os mais recentes resultados acerca da evolução das faixas de vegetação construídas no 1º Workshop de Técnicas de Engenharia Biofísica, frutos do acompanhamento que tem sido feito pela equipa do blog. Dá sem dúvida um gosto especial observar a evolução desta obra, que tem apresentado um comportamento extremamente favorável, no que diz respeito ao desenvolvimento da vegetação utilizada e de vegetação espontânea que tem colonizado as zonas cobertas pela manta orgânica.
http://engenhariaverde.planetaclix.pt/pdf/presentation1.pdf
Deixo aqui um especial agradecimento ao nosso colega "Fitossociólogo" Vasco Silva que fez a identificação das espécies espontâneas que neste momento conferem ja uma cobertura bastante razoável à manta orgânica.
SAUDAÇÕES VERDES
Pedro Martinho
Sábado, Abril 22, 2006
PROGECO - Protecção do Território através da Engenharia Ecológica ao nível de uma Bacia Hidrográfica
Tomei conhecimento de um projecto extraordinário que é um exemplo a seguir. Vejam os links e tirem ideias.
http://www.ccdr-alg.pt/ccr/index.php?module=ContentExpress&func=display&ceid=362
http://websig.civil.ist.utl.pt/progeco/
Saudações Verdes
Paulo Silva
Domingo, Abril 02, 2006
RESULTADOS DO II WORKSHOP DE TEB NO PARQUE FLORESTAL DE MONSANTO

Este workshop tinha como objectivo proporcionar aos participantes uma aprendizagem relativa ao tipo de TEB que se podem aplicar na recuperação de uma linha de água. Ficámos muito satisfeitos por poder contar com a participação de pessoas de outras áreas, como Eng.ª do Ambiente, Eng.ª Florestal e também Geógrafos, para além dos alunos de Eng.ª Biofísica. Este facto leva-nos a crer que um dos objectivos propostos aquando a criação deste blog, a divulgação das TEB, está a ser atingido, e esperamos que no futuro, a participação de outras áreas seja ainda mais abrangente.
Gostaríamos portanto, de agradecer a todos os participantes, que nos ajudaram a tornar possível este workshop, ao Parque Florestal de Monsanto, pela sua disponibilidade, nomeadamente ao nível da cedência do material usado na construção das diversas técnicas implementadas, e também ao Núcleo de Eng.ª Biofísica.
Os principais objectivos das intervenções realizadas na ribeira foram:
- limpeza e desobstrução da linha de água,
- controlo da erosão,
- diminuição da velocidade de escoamento e aumento do tempo de concentração,
- reperfilamento do leito da ribeira,
- estabilização das margens,
- criação de zonas de retenção de água,
- restabelecimento da vegetação ripícola,
- criação de habitats para a fauna,
- melhoramentos na qualidade da água,
- requalificação paisagística.
De realçar que, para a construção das técnicas implementadas na ribeira, recorremos a muito material presente na área de intervenção (pedras, ramagem morta, troncos mortos), e portanto, apenas tivemos de recorrer à ajuda do Parque Florestal de Monsanto para a cedência de algumas estacas vivas, de corda de sisal e varas de ferro, e ferramentas de trabalho. Isto apenas para salientar os baixos custos associados à organização de uma actividade deste género.
Com o passar do tempo, já pudemos observar alguns resultados, verificando-se logo após as primeiras chuvadas uma grande acumulação de sedimentos, o início do reperfilamento do leito e o aparecimento de novos rebentos nas estacas vivas colocadas nas margens.
http://engenhariaverde.planetaclix.pt/pdf/registo_fotografico_2workshop_teb.pdf
Saudações Verdes
Aldo Freitas














