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quinta-feira, julho 05, 2012

Aqui vos deixo mais um esquema gráfico relativo à evolução da obra de engenharia natural executada em Rio de Couros em Abril de 2007. Como podem verificar, as soluções executadas (enrocamento, grade viva, hidrossementeira, estacaria viva, plantações e transplantes), tiveram um desenvolvimento extremamente positivo, assegurando assim os objectivos pretendidos (estabilização da margem fluvial e o restauração da galeria ripícola).


Aldo Freitas

terça-feira, novembro 16, 2010

RECUPERAÇÃO DE UMA MARGEM FLUVIAL - A & D 3

Esquemas Antes & Depois - Parte 3





Nota: a vegetação com folhagem acastanhada e seca, não deve ser confundida com a vegetação ripícola. São videiras, colocadas pelo proprietário do terreno, imediatamente após o topo do talude.

Aldo Freitas


quinta-feira, novembro 11, 2010

RECUPERAÇÃO DE UMA MARGEM FLUVIAL - A & D 2

Esquemas Antes & Depois - Parte 2


Nota: a vegetação com folhagem acastanhada e seca, não deve ser confundida com a vegetação ripícola. São videiras, colocadas pelo proprietário do terreno, imediatamente após o topo do talude.

Aldo Freitas

sexta-feira, novembro 05, 2010

RECUPERAÇÃO DE UMA MARGEM FLUVIAL III

Para todos aqueles que me têm constantemente perguntado como está A OBRA... Passados 3 anos e meio, aqui ficam dois vídeos, para que vejam que tudo está bem e recomenda-se!!





Resumo Técnico:

- Bom desenvolvimento da vegetação ripícola instalada (especial destaque para os amieiros transplantados e salgueiros em estacaria viva)

- Estrutura física inerte intacta (grade viva e enrocamento)

- Bom controlo de erosão superficial (boa cobertura do solo pelas espécies herbáceas hidrossemeadas)

- Bom comportamento face a condições adversas (cheias do último Inverno)





Posts anteriores sobre esta obra:
http://engenhariaverde.blogspot.com/search/label/Grade%20Viva

Aldo Freitas

segunda-feira, julho 28, 2008

Formação Técnica em Engenharia Natural


Nos dias 17, 18 e 19 de Outubro de 2008 irá realizar-se a 1ª Formação Técnica em Engenharia Natural. Esta formação é uma iniciativa da Associação de Defesa do Património de Mértola, com a colaboração da Associação Portuguesa de Engenharia Natural e com o apoio do ENGENHARIA VERDE.

Esta formação é composta por uma componente teórica, focada na elaboração do projecto e execução da obra de Engenharia Natural e uma componente práctica onde se irá proceder à construção de um conjunto de Barragens de Correcção Torrencial. O local escolhido é Mértola, numa propriedade agrícola onde existem graves problemas relacionados com erosão torrencial em linhas de água mediterrânicas.

O custo da Formação é de 315 euros e engloba refeições, dormidas, seguros e transporte entre o local da formação e o local da execução da obra.

As inscrições abertas até 06 de Outubro.

Programa

Ficha de Inscrição

Contactos:

Eng.º Paulo Silva


segunda-feira, fevereiro 04, 2008

MANTA ORGÂNICA

Hoje mostro-vos com foi solucionado um deslizamento de terras, ocorrido há algum tempo atrás na Linha do Norte, mais precisamente junto à Estação de Fátima (Vale dos Ovos, Tomar).

Primeiramente, com o objectivo de aumentar o grau de segurança do talude, procedeu-se à modelação do terreno, diminuindo-lhe a inclinação. De seguida, foram espalhadas sobre o terreno sementes de espécies herbáceas, estendeu-se sobre toda a área de intervenção uma manta orgânica de fibra de coco, e finalmente executou-se uma nova sementeira sobre a manta.

A aplicação das mantas orgânicas permite-nos obter inúmeras vantagens, entre as quais se podem destacar:

- Protecção imediata contra a erosão eólica e hídrica, evitando assim perdas de solo;
- Material biodegradável que ao se decompor aumenta a fertilidade do terreno;
- Aumenta a capacidade de retenção de água e reduz a evaporação.

Como se pode verificar pela foto ao lado, o contraste a nível paisagístico com as soluções anteriormente adoptadas é evidente, e será ainda maior quando a sementeira começar a despontar. Um dos objectivos da engenharia natural é ser uma alternativa viável à aplicação de técnicas de engenharia civil mais rígidas e inertes, e como todos sabemos, por vezes existem certas condições que nos limitam a aplicação das técnicas de engenharia natural.

Apesar destas limitações, o que quero deixar claro, é que, na fase de elaboração deste tipo de projectos, as soluções de engenharia natural deverão também ser tidas em conta, à semelhança do que acontece noutros países europeus.

Um dos exemplos a seguir é o caso italiano, em que nos projectos de estabilização de taludes, vem sempre contemplada uma solução com técnicas de engenharia natural. Caso essa solução seja viável, torna-se prioritária sobre as restantes soluções mais pesadas e tradicionais. Devo referir que esta medida se encontra regulamentada na legislação italiana, o que fez com que a partir de determinado momento, o leque de opções se alargasse, trazendo inúmeros benefícios a nível ambiental, social e económico.

Ao longo dos próximos meses irei acompanhar atentamente o desenvolvimento desta obra, e oportunamente manter-vos-ei actualizados.

Quero aqui deixar um agradecimento especial à responsável pela execução e acompanhamento desta obra, a nossa colega biofísica Rita Sousa.

Saudações verdes

Aldo Freitas

quarta-feira, julho 11, 2007

RECUPERAÇÃO DE UMA MARGEM FLUVIAL II

Apresento-vos um vídeo que mostra a evolução da obra do post anterior, gravado no dia 28-04-2007, apenas 11 dias após a execução da hidrossementeira.



Outros vídeos:

- Execução de hidrossementeira

- Conclusão da estrutura em madeira e plantações


Brevemente colocarei mais dados acerca da evolução desta obra e posso-vos garantir que os resultados estão a ser extremamente positivos, por enquanto fiquem com esta fotografia.


Saudações verdes

Aldo Freitas

segunda-feira, maio 07, 2007

RECUPERAÇÃO DE UMA MARGEM FLUVIAL

Aqui vos deixo alguns esquemas fotográficos onde se pode ver como foi feita a recuperação de uma margem numa linha de água com recurso a técnicas de engenharia natural. A área recuperada tem uma área aproximada de 200 m2, e como se pode verificar pelas fotografias o contraste com a outra margem é evidente.

A construção foi feita por mim próprio e pelo Patrício Pereira, a quem agradeço mais uma vez pois sem a sua vontade e disponibilidade a concretização destas obras não seria possível. Quero aqui também deixar um agradecimento muito especial ao Pedro Martinho pela ajuda que nos veio prestar um fim-de-semana, ao Sr. Américo por ter acreditado no nosso projecto, ao Mauro Freitas pelo apoio moral e finalmente à Mafalda, à D. Irene e D. Lúcia pelas merendinhas...

Local

Rio de Couros, Ourém

Data
Março/Abril de 2007

TEN
- Grade Viva
- Enrocamento
- Hidrossementeira

Vegetação
- Estacaria viva de Salix sp. (salgueiro, vimeiro), Nerium oleander (loendro)
-
Plantações de Alnus glutinosa (amieiro), Fraxinus angustifolia (freixo), Sambucus nigra (sabugueiro)

Saudações Verdes

Aldo Freitas


terça-feira, março 06, 2007

GRADE VIVA

Definição
Apresenta uma estrutura rectangular ou quadrangular, conforme a distância entre os troncos, e é constituída por troncos de madeira tratada. Estes encontram-se dispostos perpendicularmente entre si, e nos interstícios procede-se à colocação de estacas de arbustos autóctones e/ou plantas em torrão.


Efeitos
O efeito estabilizante da estrutura em madeira, uma vez apodrecida, será substituído pelo desenvolvimento do aparelho radical.


Âmbitos de Aplicação
Pode ser aplicada em margens fluviais e como sustento de taludes muito íngremes com fenómenos de erosão superficial. Também pode ser aplicada em zonas onde ocorreram deslizamentos de terras e escarpas rodoviárias ou ferroviárias muito íngremes.


Período de Intervenção
Deverá ser construída durante o período de repouso vegetativo das plantas.


Depois da construção do muro de suporte vivo e da paliçada, não conseguimos estar parados, a motivação era tanta que tinhamos de experimentar a construção de uma grade viva...

Esta técnica revelou ser mais trabalhosa que as anteriores, com pormenores construtivos mais complexos, até pelo simples facto de ter sido construída num talude com um declive de 50º.

Os elementos vivos implementados são arbustos em torrão, todos eles característicos do local de intervenção.

A obra foi realizada no mesmo local das anteriores, em Rio de Couros (Ourém), e aqui deixo um agradecimento especial aos colaboradores, Patrício Pereira, Pedro Gonçalves, e ao aguadeiro Mauro Freitas.

Saudações verdes

Aldo Freitas

quinta-feira, fevereiro 22, 2007

PALIÇADA

É uma estrutura linear, aplicável quando se pretende obter a consolidação superficial de taludes com declives suaves. Tem um método construtivo bastante simples, onde se sobrepõem vários troncos de madeira por trás de fortes estacas verticais previamente cravadas no terreno.

A realização desta obra surgiu na sequência da construção do muro de suporte vivo referido no post anterior. Mais uma vez deixo um agradecimento ao Patrício pelo cedência do terreno e ajuda na mão-de-obra... Esta foi fácil, mas mais virão...

Em baixo apresenta-se um esquema exemplificativo da construção de uma paliçada.

Saudações Verdes

Aldo Freitas

segunda-feira, janeiro 22, 2007

MURO DE SUPORTE VIVO

Definição
É uma construção em madeira constituída por uma estrutura em forma de caixa, formada por troncos de madeira dispostos perpendicularmente, com a colocação no seu interior de plantas ou estacas vegetativas autóctones.

Efeitos
O efeito estabilizante da estrutura em madeira, uma vez apodrecida, será substituído pelo desenvolvimento do aparelho radicular das plantas. Âmbitos de Aplicação
É utilizada em intervenções de consolidamento de taludes e escarpas em risco de deslizamento de terra, e na protecção de margens fluviais. É uma obra deformável e permeável, que se adapta bem a intervenções em taludes instáveis.Período de Intervenção
Deverá ser construído durante o período de repouso vegetativo das plantas.

As fotografias presentes neste post referem-se um muro de suporte vivo recentemente construído no concelho de Ourém, em casa de um amigo que prontamente cedeu o seu terreno para realizarmos as nossas experiências.
Por isso aqui deixo um agradecimento muito especial ao Patrício Pereira, à Inês Gonçalves e à colega biofísica Rita Sousa. Foram dias de árdua labuta, mas ver o resultado final dá um prazer enorme e vontade de continuar.

Saudações verdes

Aldo Freitas

sábado, maio 13, 2006

EVOLUÇÃO DAS FAIXAS DE VEGETAÇÃO - 1º WORKSHOP DE TEB

Boas!

Apresento-vos os mais recentes resultados acerca da evolução das faixas de vegetação construídas no 1º Workshop de Técnicas de Engenharia Biofísica, frutos do acompanhamento que tem sido feito pela equipa do blog. Dá sem dúvida um gosto especial observar a evolução desta obra, que tem apresentado um comportamento extremamente favorável, no que diz respeito ao desenvolvimento da vegetação utilizada e de vegetação espontânea que tem colonizado as zonas cobertas pela manta orgânica.
No seguinte link poderão observar um registo fotográfico acerca da evolução sofrida pelas faixas de vegetação desde a data da sua construção.

http://engenhariaverde.planetaclix.pt/pdf/presentation1.pdf

Deixo aqui um especial agradecimento ao nosso colega "Fitossociólogo" Vasco Silva que fez a identificação das espécies espontâneas que neste momento conferem ja uma cobertura bastante razoável à manta orgânica.

SAUDAÇÕES VERDES

Pedro Martinho

domingo, abril 02, 2006

RESULTADOS DO II WORKSHOP DE TEB NO PARQUE FLORESTAL DE MONSANTO


O II Workshop de Técnicas de Eng.ª Biofísica (TEB), decorreu nos dias 11 e 12 de Março, e o local escolhido para as intervenções foi a ribeira junto à zona recreativa do Calhau, situada no Parque Florestal de Monsanto.

Este workshop tinha como objectivo proporcionar aos participantes uma aprendizagem relativa ao tipo de TEB que se podem aplicar na recuperação de uma linha de água. Ficámos muito satisfeitos por poder contar com a participação de pessoas de outras áreas, como Eng.ª do Ambiente, Eng.ª Florestal e também Geógrafos, para além dos alunos de Eng.ª Biofísica. Este facto leva-nos a crer que um dos objectivos propostos aquando a criação deste blog, a divulgação das TEB, está a ser atingido, e esperamos que no futuro, a participação de outras áreas seja ainda mais abrangente.

Gostaríamos portanto, de agradecer a todos os participantes, que nos ajudaram a tornar possível este workshop, ao Parque Florestal de Monsanto, pela sua disponibilidade, nomeadamente ao nível da cedência do material usado na construção das diversas técnicas implementadas, e também ao Núcleo de Eng.ª Biofísica.

Os principais objectivos das intervenções realizadas na ribeira foram:

- limpeza e desobstrução da linha de água,
- controlo da erosão,
- diminuição da velocidade de escoamento e aumento do tempo de concentração,
- reperfilamento do leito da ribeira,
- estabilização das margens,
- criação de zonas de retenção de água,
- restabelecimento da vegetação ripícola,
- criação de habitats para a fauna,
- melhoramentos na qualidade da água,
- requalificação paisagística.

De realçar que, para a construção das técnicas implementadas na ribeira, recorremos a muito material presente na área de intervenção (pedras, ramagem morta, troncos mortos), e portanto, apenas tivemos de recorrer à ajuda do Parque Florestal de Monsanto para a cedência de algumas estacas vivas, de corda de sisal e varas de ferro, e ferramentas de trabalho. Isto apenas para salientar os baixos custos associados à organização de uma actividade deste género.

Com o passar do tempo, já pudemos observar alguns resultados, verificando-se logo após as primeiras chuvadas uma grande acumulação de sedimentos, o início do reperfilamento do leito e o aparecimento de novos rebentos nas estacas vivas colocadas nas margens.

No seguinte link, encontra-se disponível um registo fotográfico das técnicas aplicadas, num esquema de antes e após intervenção.

http://engenhariaverde.planetaclix.pt/pdf/registo_fotografico_2workshop_teb.pdf

Saudações Verdes

Aldo Freitas

quinta-feira, março 23, 2006

EVOLUÇÃO DAS FAIXAS DE VEGETAÇÃO DO I WORKSHOP DE TEB NO PARQUE FLORESTAL DE MONSANTO

Caros Amigos

Quando estão passados quase 4 meses após a realização do I Workshop de TEB, é com prazer que vos transmito os mais recentes desenvolvimentos nas Faixas de Vegetação implementadas. Desta forma, realço o aparecimento dos primeiros rebentos nas estacas de zambujeiro, o que até ao momento ainda não se tinha verificado. Em relação às estacas de salgueiro, estas encontram-se em franco desenvolvimento, verificando-se em todas as estacas aplicadas o aparecimento de folhas, e em algumas já se observam as primeiras flores. Todos estes factores permitem-nos concluir que as técnicas de Engenharia Biofísica aplicadas no talude visando a sua estabilização, estão a resultar em pleno, e que com o posterior desenvolvimento das raízes das plantas o consolidamento do talude irá ser alcançado.

No seguinte link encontra-se um esquema fotográfico elucidativo dos resultados obtidos até ao momento.

http://engenhariaverde.planetaclix.pt/pdf/esquemas_fotograficos.pdf


Saudações Verdes

Aldo Freitas

terça-feira, fevereiro 14, 2006

Mais resultados do 1º Workshop de TEB no Parque Florestal de Monsanto

Pois é meus amigos(as), é com enorme satisfação que vos informo que a nossa "criação" apresenta ja um número bastante razoável de estacas de salgueiro em pleno desenvolvimento. É notória a evolução sofrida desde a data de construção. De à 15 dias pra cá o número de estacas de salgueiro com gomos desenvolvidos aumentou consideravelmente. Quanto às estacas de zambujeiro, resta-nos esperar pra ver, com confiança de que a natureza agirá por si. Não estarão ainda reunidas as condições óptimas para o seu desenvolvimento. Realce também para o aparecimento espontâneo de espécies herbáceas, que começam a colonizar as zonas entre as faixas de vegetação, cobrindo a manta orgânica.
Deixo-vos as seguintes fotos, elucidativas do desenvolvimento das estacas de salgueiro.
Saudações Verdes
Pedro Martinho

REQUALIFICAÇÃO BIOFÍSICA E PAISAGÍSTICA DE UM TALUDE COM TEB NO PARQUE NACIONAL DO VESÚVIO

As seguintes intervenções foram realizadas no dia 09-06-2005, no âmbito de um Mestrado em “Gestão e Defesa do Território” da Universidade de Nápoles “Federico II”.

Tinha por objectivo a requalificação e estabilização de um talude nas imediações de um percurso para incapacitados, mediante a aplicação de duas tipologias de intervenção diferentes, as faixas de vegetação e os cordões de vegetação.

Ambas as técnicas podem ser utilizadas na estabilização de taludes incoerentes, na estabilização e sistematização de deslizamentos de terra superficiais e em taludes em aterro.

A intervenção decorreu numa área do Parque Nacional do Vesúvio, concretamente na localidade de Pianda Tonda, comunidade de Terzigno (Nápoles), e a orientação dos trabalhos esteve a cargo do Eng.º Gino Menegazzi.

No seguinte link encontra-se informação detalhada acerca dos métodos construtivos das técnicas implementadas.

http://engenhariaverde.planetaclix.pt/pdf/relatorio_engenharia_verde.pdf

Saudações Verdes.

Aldo Freitas


terça-feira, janeiro 31, 2006

PRIMEIROS RESULTADOS DO WORKSHOP

31.01.2006

Passados dois meses começam-se a observar resultados. Algumas plantas emergem da tela orgânica e os rebentos do salgueiro começam a crescer. Após o Verão já se pode verificar o êxito da intervenção.



segunda-feira, janeiro 23, 2006

1º WORKSHOP DE TEB - "FAIXAS DE VEGETAÇÃO"

O 1º Workshop de TEB decorreu nos dias 26 e 27 de Novembro de 2005 no Parque Florestal de Monsanto e contou com o apoio da Divisão de Matas da CML e do Núcleo de Engenharia Biofísica (NEB). O Workshop teve como principal objectivo a familiarização dos participantes com o processo construtivo de uma técnica específica, as Faixas de Vegetação.

Esta técnica possui uma metodologia construtiva bastante simples, que resumidamente, consiste na abertura de socalcos ou terraços em linhas paralelas longitudinais, com plantação no seu interior, de estacas vivas de espécies arbustivas autóctones com capacidade de reprodução vegetativa (Salix spp., Tamarix spp., etc.) e/ou arbustos autóctones em torrão. As zonas entre os socalcos devem ser revestidas com manta orgânica e se possível alvo de uma sementeira.

As Faixas de Vegetação podem ser utilizadas na estabilização de taludes incoerentes, na estabilização e sistematização de deslizamentos superficiais e em taludes em aterro.

Uma vez construída a técnica, esta deverá ser alvo de monitorizações de modo a avaliar o seu comportamento biotécnico no tempo. Fica então a proposta para um eventual interessado em realizar trabalho de fim de curso neste âmbito.

Agradeço desde já à Divisão de Matas, ao NEB e a todos os participantes que através do seu total empenho e motivação contribuiram efectivamente para o sucesso do Workshop.

Meus amigos, este foi apenas o primeiro de muitos...

Mãos à obra

Saudações verdes