Aldo Freitas
quinta-feira, julho 05, 2012
Aldo Freitas
terça-feira, novembro 16, 2010
quinta-feira, novembro 11, 2010
quarta-feira, novembro 10, 2010
sexta-feira, novembro 05, 2010
RECUPERAÇÃO DE UMA MARGEM FLUVIAL III
Resumo Técnico:
- Bom desenvolvimento da vegetação ripícola instalada (especial destaque para os amieiros transplantados e salgueiros em estacaria viva)
- Estrutura física inerte intacta (grade viva e enrocamento)
- Bom controlo de erosão superficial (boa cobertura do solo pelas espécies herbáceas hidrossemeadas)
- Bom comportamento face a condições adversas (cheias do último Inverno)
Posts anteriores sobre esta obra:
http://engenhariaverde.blogspot.com/search/label/Grade%20Viva
Aldo Freitas
quarta-feira, julho 11, 2007
RECUPERAÇÃO DE UMA MARGEM FLUVIAL II
Outros vídeos:
- Execução de hidrossementeira
- Conclusão da estrutura em madeira e plantações
Brevemente colocarei mais dados acerca da evolução desta obra e posso-vos garantir que os resultados estão a ser extremamente positivos, por enquanto fiquem com esta fotografia.
Saudações verdes
Aldo Freitas
segunda-feira, maio 07, 2007
RECUPERAÇÃO DE UMA MARGEM FLUVIAL
A construção foi feita por mim próprio e pelo Patrício Pereira, a quem agradeço mais uma vez pois sem a sua vontade e disponibilidade a concretização destas obras não seria possível. Quero aqui também deixar um agradecimento muito especial ao Pedro Martinho pela ajuda que nos veio prestar um fim-de-semana, ao Sr. Américo por ter acreditado no nosso projecto, ao Mauro Freitas pelo apoio moral e finalmente à Mafalda, à D. Irene e D. Lúcia pelas merendinhas...
Rio de Couros, Ourém
Data
Março/Abril de 2007
TEN
- Grade Viva
- Enrocamento
- Hidrossementeira
Vegetação
- Estacaria viva de Salix sp. (salgueiro, vimeiro), Nerium oleander (loendro)
- Plantações de Alnus glutinosa (amieiro), Fraxinus angustifolia (freixo), Sambucus nigra (sabugueiro)
Saudações Verdes
Aldo Freitasterça-feira, março 06, 2007
GRADE VIVA
Apresenta uma estrutura rectangular ou quadrangular, conforme a distância entre os troncos, e é constituída por troncos de madeira tratada. Estes encontram-se dispostos perpendicularmente entre si, e nos interstícios procede-se à colocação de estacas de arbustos autóctones e/ou plantas em torrão.
Efeitos
O efeito estabilizante da estrutura em madeira, uma vez apodrecida, será substituído pelo desenvolvimento do aparelho radical.
Âmbitos de Aplicação
Pode ser aplicada em margens fluviais e como sustento de taludes muito íngremes com fenómenos de erosão superficial. Também pode ser aplicada em zonas onde ocorreram deslizamentos de terras e escarpas rodoviárias ou ferroviárias muito íngremes.
Período de Intervenção
Deverá ser construída durante o período de repouso vegetativo das plantas.
Esta técnica revelou ser mais trabalhosa que as anteriores, com pormenores construtivos mais complexos, até pelo simples facto de ter sido construída num talude com um declive de 50º.
Os elementos vivos implementados são arbustos em torrão, todos eles característicos do local de intervenção.
A obra foi realizada no mesmo local das anteriores, em Rio de Couros (Ourém), e aqui deixo um agradecimento especial aos colaboradores, Patrício Pereira, Pedro Gonçalves, e ao aguadeiro Mauro Freitas.
Saudações verdes
Aldo Freitas









